Plena mulher,maçã carnal, lua e luz pisados, que obscura clarida se abre entre tuas coluna?
Que antiga noite o hoem toca com seus sentidos?
Ai, amar é uma viagens com águas e com estrelas, com ar
opresso e bruscas tempestades de farinha::
amar é um combate de rêlmpagos e dois corpos por um só mel derrotado.
Beijo a beijo peecorro teu pequeno infinito,tuas margens, teus rios, teus
povoados pequenos, e o fogo genital transformando em delicia.
com pelos tênues caminhos do sangue até precipirta-se com um cravo
noturno, até ser e não ser senão na Sombra de um raio.
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LAGRIMAS
Lagrimas me vêm aos olhos.Esforço-me para que não
rolem na face, e todos vejam a minha tristeza.
Não quero que saibam da minha decepção.
Antes, todos me viam feliz, rindo por todos os cantos.
A alegria transbordava nos meus gestos, pelo meu olhar,
nos meus muito sorrisos.Hoje, fujo de todos. Não quero
que me vejam, pois o sorriso fugiu dos meus lábios, a
tristeza inundou meu coração. A fonte da minha alegria
e foi. Você, que até pouco encantava minha vida, agora, é
a razão do meu desencanto. Por que você se foi e deixou
este grande vazio no meu peito? Uma frieza tão intensa que
congelou meu coração, endureceu o meu rosto
e emudeceu a minha voz. Sem forças para responder
gualquer coisa, ouvi
perplexa a dura sentença e contemplei atônica a sua ida.
Sou um vulto agora, a perambular pelos cantos, tentando
compreender a crueldade do seu gesto.
rolem na face, e todos vejam a minha tristeza.
Não quero que saibam da minha decepção.
Antes, todos me viam feliz, rindo por todos os cantos.
A alegria transbordava nos meus gestos, pelo meu olhar,
nos meus muito sorrisos.Hoje, fujo de todos. Não quero
que me vejam, pois o sorriso fugiu dos meus lábios, a
tristeza inundou meu coração. A fonte da minha alegria
e foi. Você, que até pouco encantava minha vida, agora, é
a razão do meu desencanto. Por que você se foi e deixou
este grande vazio no meu peito? Uma frieza tão intensa que
congelou meu coração, endureceu o meu rosto
e emudeceu a minha voz. Sem forças para responder
gualquer coisa, ouvi
perplexa a dura sentença e contemplei atônica a sua ida.
Sou um vulto agora, a perambular pelos cantos, tentando
compreender a crueldade do seu gesto.
REFLEXÇÃO
A VIDA PRESENTE
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida.
Olho meus companheiros, nutrem esperanças.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Vamos de mãos dadas.
Não serei cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer,
não fugirei para as ilhas,
nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria: o tempo presente,
os homens presentes, a vida presente.
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida.
Olho meus companheiros, nutrem esperanças.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Vamos de mãos dadas.
Não serei cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer,
não fugirei para as ilhas,
nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria: o tempo presente,
os homens presentes, a vida presente.
UM SOPRO DE VIDA
Não aguento muito tempo um sentimento
porque passo a ter angústia
e meu pensamento fica ocupado com o sentimento
e eu me desvencilho dele de qualquer jeito
para ganhar de novo a minha liberdade de espírito.
Sou livre para sentir. Quero ser livre para raciocinar.
Aspiro a uma fusão de corpo e alma.
Não consigo compreender para os outros.
Só na desordem de meus sentimentos é que compreendo
para mim mesma e é tão incompreensível o que eu sinto
que me calo e medito sobre o nada.

parabens pelo blog, cliquei em seguir-te
ResponderExcluirabraços!
se desejar visite o meu:
http://cancioneirowilliamadriano.blogspot.com/